Nos supermercados, preços continuam elevados

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Itens como batata e tomate estão 100% mais caros em relação à semana anterior à greve dos caminhoneiros, que começou no dia 21 de maio.

Preços abusivos têm sido queixa recorrente do brasileiro, mesmo após a greve dos caminhoneiros ter acabado.

Alguns itens, como batata e tomate, estão 100% mais caros em relação à semana anterior à greve. Além disso, o desabastecimento ainda é visível nas prateleiras.

A paralisação da categoria começou no dia 21 de maio e terminou defitivamente na última quinta-feira (31).

No fim da semana passada, muitos consumidores ainda tiveram dificuldade para encontrar itens como peito de frango, ovos e hortifrútis.

Além da batata e do tomate, arroz, açúcar, leite, carne de contrafilé, batata e outros produtos estão com preços acima dos habituais em vários locais.

Semana da greve
Levantamento do Procon-SP mostra que o preço da batata subiu 102%, para R$ 6,51 o quilo entre 24 e 30 de maio, semana da greve. Essa foi a maior variação entre os 39 itens pesquisados pelo órgão de defesa do consumidor.

Outros produtos que tiveram aumento de preço foram cebola (11%), desodorante spray (8,21%), carne de primeira (7,69%) e leite UHT (5,60%).

“A gente atribui à greve dos caminhoneiros essa alta fora do comum”, diz Marcio Milan, economista da Tendências Consultoria Integrada.

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