Chamado de ‘tonto’, MBL mantém apoio à Lava Jato

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O MBL (Movimento Brasil Livre) anunciou que as mensagens vazadas de conversas entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, chefe da operação Lava Jato, mostram que o grupo sempre atuou de maneira independente.

Segundo trechos vazados pelo jornal “Folha de S. Paulo” e pelo site “The Intercept Brasil”, Moro chamou alguns integrantes do MBL de “tontos”. O ex-juiz também pediu para Dallagnol entrar em contato com o grupo para encerrar os protestos em frente à casa de Teori Zavascki, então ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).

“Os inimigos da Lava Jato vão passar mais um dia sem nada relevante e seus bandidos de estimação continuarão na cadeia”, diz o MBL, em nota. O grupo afirma que continua à frente da manifestação, convocada para o próximo domingo (30) em todo o país, para apoiar a Lava Jato.

“A tese de um grande conluio contra o PT cai mais uma vez por terra. Sequer tivemos contato com alguém da Justiça Federal ou do MP durante esses anos todos de operação”, completou o grupo.

Já Moro afirmou que sempre respeitou o MBL e pediu desculpas, se de fato, chamou os integrantes de tontos. “Sempre respeitei o Movimento Brasil Livre, sempre agradeci o apoio que esse movimento deu, não só à Lava Jato, mas nos últimos anos, 5 anos, de avanço contra corrupção e construção de um país melhor e mais íntegro”, afirmou o ex-juiz e agora ministro de Jair Bolsonaro.

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